Tratamento · Vasinhos e telangiectasias
Laser transdérmico e CLaCS: precisão nos vasinhos.
O laser transdérmico trata vasinhos aplicando energia sobre a pele, sem agulhas. No meu dia a dia, ele rende mais dentro do protocolo CLaCS — que combina laser e escleroterapia com resfriamento — para vasinhos resistentes e um resultado estético mais refinado.
Duas técnicas que se potencializam.
CLaCS é a sigla, em inglês, para a combinação de laser transdérmico e escleroterapia com resfriamento da pele. A lógica é simples: o laser e a escleroterapia atuam por mecanismos diferentes sobre o vaso, e usá-los juntos costuma render melhor do que cada um isoladamente — especialmente em vasinhos que resistem a uma única abordagem.
- O laser aquece e fecha o vaso pela superfície da pele, sem agulha.
- A escleroterapia complementa, tratando vasos nutridores e calibres que o laser sozinho não resolve bem.
- O resfriamento protege a pele e torna a sessão mais confortável.
Para quais casos costuma ser indicado.
- Vasinhos e telangiectasias (aqueles vasos finos e avermelhados ou arroxeados) de impacto estético.
- Vasos resistentes, que não responderam bem à escleroterapia isolada.
- Regiões e calibres em que o laser rende melhor combinado à escleroterapia.
- Pacientes que buscam refinamento estético após tratar a circulação de base.
Importante: o laser transdérmico atua na superfície. Quando há uma veia de origem alimentando os vasinhos, ela é investigada e tratada antes — caso contrário, os vasos tendem a retornar. Por isso a avaliação, com mapeamento quando indicado, vem primeiro.
Como é o pós.
- Rotina preservada: na maioria dos casos, retorno às atividades no mesmo dia.
- Reações locais: vermelhidão e leve inchaço na área tratada são comuns e transitórios.
- Proteção solar rigorosa: fundamental nas semanas seguintes para prevenir manchas.
- Sessões planejadas: o resultado é progressivo; o número de sessões é estimado na avaliação, conforme a resposta.
Escleroterapia
Aplicação líquida ou em espuma — base do protocolo CLaCS e tratamento isolado para muitos casos.
Conhecer →Endolaser
Para varizes com veia de origem insuficiente, tratada por dentro, sem corte.
Conhecer →Varizes e insuficiência venosa
Entenda o quadro que pode estar por trás dos vasinhos.
Entender →É a combinação de laser transdérmico e escleroterapia, com resfriamento da pele, para tratar vasinhos e telangiectasias. Associar as duas técnicas busca um resultado estético mais refinado, especialmente em vasos resistentes.
A maioria relata desconforto leve, parecido com um estalo quente e rápido. O resfriamento da pele usado no protocolo torna a sessão mais confortável e ajuda a proteger a pele.
Não. O laser transdérmico é indicado para determinados tipos e calibres de vasos, e frequentemente rende mais combinado à escleroterapia. A definição depende da avaliação do seu caso.
A proteção solar rigorosa no pós é parte do tratamento, então muitos pacientes preferem iniciar fora dos meses de maior exposição. O planejamento é individual e discutido na consulta.
Pernas mais leves de olhar — com critério.
Comece pela avaliação: definimos, para o seu caso, a melhor combinação entre laser, escleroterapia e cuidado da circulação de base.
